Tem chita, tem azulejo, tem casa, tem costumes, tem Adriana Varejão, Tenreiro...
E no dia do lançamento, tem pastel de belém! Pois sim!
Te convido para o lançamento do livro, para comprar essa beleza e tomar um espumante ;-)
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22.3.11
Brasil - Portugal
10.9.10
...mi Buenos Aires querido
Amei as praças, as cores, os museus, os sorvetes, os tangos e as feirinhas.
Não amei a rispidez daqueles que atendiam no comércio, mas achei a doçura entre muitos moradores e pessoas que conheci nos quatro dias que fiquei ali.
Palermo, Recoleta, Teatro Colón, San Telmo e Boca - quero voltar mais vezes.
Ainda ficaram para traz muitas atrações, mas especialmente aqueles passeios a toa que sempre queremos fazer. Sem pressa. Sem tempo. Sem igual.
Um pouquinho dos meus registros - e depois faço um mini guia.
http://picasaweb.google.com/rpiancastelli/BuenosAires#
besos para ustedes y para Gardel, que me encanta siempre
*
22.3.10
...coisas que ficam
Com tantas mudanças no começo desse ano - aliás, até hoje - acabei deixando acumular um montante de coisas bacanas que experienciei e que queria dividir aqui no blog. Hoje deu aquela vontade louca: é hoje, tenho que escrever isso tudo logo! Então, com o perdão da verborragia, escrevo um relato riquíssimo.para mim. É dessas dessas coisas que você passa na vida e que ficam para sempre... Não precisa de bookmark, de email para lembrar, de alerta no celular... Fica ali, na cabeça e no coração, voltando sempre à tona para te alegrar. E depois tem mais!
#1 - Santo Antônio do Leite, doce e verde
No mês passado, fui à cidade de Santo Antônio do Leite, uma graça a apenas 80km de Belo Horizonte. Ali, na estrada de Ouro Preto, passamos dentro de uma cidade chamada Cachoeira do Campo – todo mundo corta a rua principal e não sabe. Ali, vira-se à direita, subindo uma rua que parece não levar a lugar nenhum, passando no meio de casa simples, quando desemboca numa pequena rodovia margeada de verde. Começa a surgir Santo Antônio.
Muito bem recebida (tive o prazer de reencontrar uma antiga professora, D.Vera, hoje dona da pousada junto ao marido gente boníssima, César), não só adorei a decoração do quarto com as peças de ferro – produzidas pelo casal, mas deliciei um café da manhã supremo, especialmente pelo pão de queijo bem feito, bolos sortidos e geléias descomunais: da fruta, saborosas, pra comer com o queijo fresco ou tudo mais à mesa.
Assim, feliz e descansada, fui conhecer a região central da cidade, onde tem uma feirinha de artesanato muito simpática. Fica atrás da Capricho Asturiano Pousada Rural, e tem coisas lindas de prata e pedras – grande riqueza da região. Os preços honestos e a receptividade, fazendo jus ao povo mineiro, são nota 10! Saindo dali, vale o passeio a pé pela cidade e suas igrejinhas. Os morros são uma vista que descansa os olhos. E, na rua/rodovia principal, por detrás de um muro de pedras, espie o imponente sítio do ex-ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guias. Eu quis entrar!
Mas o que não faltou foram casas lindas e bem cuidadas para eu me encantar. Verdes, amarelas, brancas, enfim, multicoloridas com suas sacadas rebuscadas e janelas para ficar pendurada o dia todo (é nesses momentos que a gente entende um pedaço do porque o pessoal das antigas vivia pendurado ali ;-). Não resisti a uma placa de “Vende-se doce no canudo”, ou seja, canudinho de doce de leite passado no açúcar e canela... Uma delícia.
Assim que a chuvinha começou, voltamos para Belo Horizonte, mas não antes de passar numa deliciosa sorveteria chamada “Arte e Manha”. Sabores como fruta do conde, jabuticaba, limão com manjericão, rosas com hibisco, fizeram minha tarde mais feliz. Vale a pena comprar as geléias de fabricação local – mas chore no precinho, que fica sempre supervalorizado! Amo a de jabuticaba – que vai com doce ou salgado, na mesa do café e do lanche, durando até hoje lá em casa...
#1 - Santo Antônio do Leite, doce e verde
A pequena população não deve chegar aos 4.000 habitantes, e se divide nos bairros do Centro (chamado de Leite), Catete, Gouveia, Chapada (que não é a de Lavras Novas), Passagem e Boa Vista. Fica muito marcado, não só geograficamente, como cada região dessas tem sua identidade – uma espécie de bairrismo. É como se não fosse uma só cidade, mas cinco. “Olha, isso não fica aqui. É lá no Leite” – algo assim.
Enfim, chegando à parte das dicas pelos lugares que passei e adorei, comecemos pelo mais aconchegante: a pousada. Fiquei no Pouso do Alferes, que tem apenas 2 anos de existência. Ao chegar na pousada, ainda fora dela, vi aquele casarão branco com janelas azuis e pensei – de que ano é isso? Que lindura! Que nada. Novinho e muito charmoso, lembrando as casas de fazendas antigas ou mesmo casarões de séculos imperiais de Ouro Preto.
Muito bem recebida (tive o prazer de reencontrar uma antiga professora, D.Vera, hoje dona da pousada junto ao marido gente boníssima, César), não só adorei a decoração do quarto com as peças de ferro – produzidas pelo casal, mas deliciei um café da manhã supremo, especialmente pelo pão de queijo bem feito, bolos sortidos e geléias descomunais: da fruta, saborosas, pra comer com o queijo fresco ou tudo mais à mesa.
Como o final de semana é curto para fazer tudo o que se quer, e minha predileção é comer e depois andar por aí, fui a um bom restaurante de massas em Ouro Preto: Piacere. Voltei para Santo Antonio para uma noite maravilhosa, sem um pingo de barulho a não ser de grilinhos, do vento e das estrelas. Obrigada mãe natureza!
Assim, feliz e descansada, fui conhecer a região central da cidade, onde tem uma feirinha de artesanato muito simpática. Fica atrás da Capricho Asturiano Pousada Rural, e tem coisas lindas de prata e pedras – grande riqueza da região. Os preços honestos e a receptividade, fazendo jus ao povo mineiro, são nota 10! Saindo dali, vale o passeio a pé pela cidade e suas igrejinhas. Os morros são uma vista que descansa os olhos. E, na rua/rodovia principal, por detrás de um muro de pedras, espie o imponente sítio do ex-ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guias. Eu quis entrar!
Como não podia deixar de ser, voltamos e passamos por Cachoeira do Campo para espiar a cidade. Seguimos para Glaura, minha escolhida para outro passeio. Fica do outro lado da rodovia, a 15 minutos de Santo Antônio, 26km de Ouro Preto. Sempre ouvi falar bem do local, um dos mais antigos da região, de passagem dos bandeirantes e um dos palcos da Guerra dos Emboabas. Na tradição festas como a de Santo Antônio marcam o calendário da cidade. Estava louca para conhecer a Igreja de Santo Antônio, mas infelizmente estava fechada.
Mas o que não faltou foram casas lindas e bem cuidadas para eu me encantar. Verdes, amarelas, brancas, enfim, multicoloridas com suas sacadas rebuscadas e janelas para ficar pendurada o dia todo (é nesses momentos que a gente entende um pedaço do porque o pessoal das antigas vivia pendurado ali ;-). Não resisti a uma placa de “Vende-se doce no canudo”, ou seja, canudinho de doce de leite passado no açúcar e canela... Uma delícia.
Assim que a chuvinha começou, voltamos para Belo Horizonte, mas não antes de passar numa deliciosa sorveteria chamada “Arte e Manha”. Sabores como fruta do conde, jabuticaba, limão com manjericão, rosas com hibisco, fizeram minha tarde mais feliz. Vale a pena comprar as geléias de fabricação local – mas chore no precinho, que fica sempre supervalorizado! Amo a de jabuticaba – que vai com doce ou salgado, na mesa do café e do lanche, durando até hoje lá em casa...
26.2.10
...comida, cultura e saudades
Ontem completei três anos de amores e recebi, como um dos presentes, um jantar no restaurante persa (pode chamar de iraniano também que não tem problema) Amigo do Rei. É o único do gênero no Brasil, uma relíquia nos morros do Santo Antônio, em BH. Pode-se ler inúmeras matérias sobre ele...
Mais que um jantar comemorativo - que estava excepcional (conto abaixo os pratos), foi uma noite muito especial. A começar pela música e atmosfera que me lembraram de um amigo iraniano, que se chama Alireza, e que ficou marcado na minha estadia pela Inglaterra, em 2004/2005. Uma pessoa que me é cara, que foi um poço de amizade e de novos aprendizados.
Ali era amigo para toda hora, doce, delicado, dançando hits iranianos (que hoje estão num cd aqui no meu quarto), comprando potes e potes de Häagen-Dazs para passarmos as noites vendo filmes e falando, com saudades, da família que estava longe. Ele achava que nós, brasileiras que ele conheceu lá, eram muito parecidas com as mulheres iranianas. Os cabelos pretos, o porte voluptuoso, a docuça e acolhida. Ele tinha irmãs e uma mãe querida, um pai severo, e uma lembrança terna dos laços familiares. A identificação era inevitável, ainda mais tratando-se de uma família mineira como a minha. Acho que virei mais uma irmã.
Além de Ali, me lembrei de Persépolis - o livro. Aliás, foi o Ali que me apresentou uma edição, cuja escritora é Marjani Satrapi (essa capa linda aí do lado é dela). Palavras e desenhos que remetem a coisas que nunca vi ou conheci, um universo novo, denso, cheio de doçura e conflitos no Irã. Adorei ler o livro, guardo num canto especial da prateleira para ser lido novamente.
E assim, imersa no universo iraniano, me deparei não só com tempeiros e cheiros deliciosos do restaurante Amigo do Rei. Deparei com arte persa, quadros, jóias, panos, um mini guia que nos é oferecido por Cláudio Battaglia. Cláudio é o garçom, o marido, o paciente, o artista plástico e a educação que encanta os clientes. A chef, ou melhor, a cadbanou é Nasrin Haddad Battaglia, cozinheira nascida em Teerã, capital do Irã. Uma mulher de aparência forte e mãos mágicas, que dispara a contar tudo o que reúne relativo a memórias e impressões. E são realmente incríveis... vindas dos persas, de Paraty e outros lugares pelos quais passou e colheu coisas durante sua vida. São 20 anos de Brasil, e ela adora!
Para deixar com água na boca, conto o que comemos e bebemos: para abrir o apetite, os refrescantes preparados Dugh e Sekanjebin bo Hior - feitos com especiarias e água com gás. O primeiro é salgado, com iogurte. O segundo, meu preferido, com pepino doce. De entrada, uma carne com especiarias. E a refeição foram dois combinados maravilhosos: uma canoa de berinjela recheada com carne, alho e temperos, acompanhada de pão folha. O outro, o meu, bolinhas de pernil com legumes e um arroz de açafrão divino.
Poderia falar horas e horas dos detalhes, experiências, nomes novos e lendas que aprendi e apreendi. Mas seria injusto, pois acho que quem gostou desse mini relato deve ir ao Amigos do Rei, ou ao menos entarr no seu site e viver um pouco do que vivi ontem. Foi inesquecível.
Obrigada ao Pedro, pela oportunidade e amor. Obrigada ao universo, pelas possibilidades infinitas e gratificantes de conhecer outras coisas além do meu umbigo...
E como curiosidade:
Mais que um jantar comemorativo - que estava excepcional (conto abaixo os pratos), foi uma noite muito especial. A começar pela música e atmosfera que me lembraram de um amigo iraniano, que se chama Alireza, e que ficou marcado na minha estadia pela Inglaterra, em 2004/2005. Uma pessoa que me é cara, que foi um poço de amizade e de novos aprendizados.
Ali era amigo para toda hora, doce, delicado, dançando hits iranianos (que hoje estão num cd aqui no meu quarto), comprando potes e potes de Häagen-Dazs para passarmos as noites vendo filmes e falando, com saudades, da família que estava longe. Ele achava que nós, brasileiras que ele conheceu lá, eram muito parecidas com as mulheres iranianas. Os cabelos pretos, o porte voluptuoso, a docuça e acolhida. Ele tinha irmãs e uma mãe querida, um pai severo, e uma lembrança terna dos laços familiares. A identificação era inevitável, ainda mais tratando-se de uma família mineira como a minha. Acho que virei mais uma irmã.Além de Ali, me lembrei de Persépolis - o livro. Aliás, foi o Ali que me apresentou uma edição, cuja escritora é Marjani Satrapi (essa capa linda aí do lado é dela). Palavras e desenhos que remetem a coisas que nunca vi ou conheci, um universo novo, denso, cheio de doçura e conflitos no Irã. Adorei ler o livro, guardo num canto especial da prateleira para ser lido novamente.
E assim, imersa no universo iraniano, me deparei não só com tempeiros e cheiros deliciosos do restaurante Amigo do Rei. Deparei com arte persa, quadros, jóias, panos, um mini guia que nos é oferecido por Cláudio Battaglia. Cláudio é o garçom, o marido, o paciente, o artista plástico e a educação que encanta os clientes. A chef, ou melhor, a cadbanou é Nasrin Haddad Battaglia, cozinheira nascida em Teerã, capital do Irã. Uma mulher de aparência forte e mãos mágicas, que dispara a contar tudo o que reúne relativo a memórias e impressões. E são realmente incríveis... vindas dos persas, de Paraty e outros lugares pelos quais passou e colheu coisas durante sua vida. São 20 anos de Brasil, e ela adora!
Para deixar com água na boca, conto o que comemos e bebemos: para abrir o apetite, os refrescantes preparados Dugh e Sekanjebin bo Hior - feitos com especiarias e água com gás. O primeiro é salgado, com iogurte. O segundo, meu preferido, com pepino doce. De entrada, uma carne com especiarias. E a refeição foram dois combinados maravilhosos: uma canoa de berinjela recheada com carne, alho e temperos, acompanhada de pão folha. O outro, o meu, bolinhas de pernil com legumes e um arroz de açafrão divino.
Poderia falar horas e horas dos detalhes, experiências, nomes novos e lendas que aprendi e apreendi. Mas seria injusto, pois acho que quem gostou desse mini relato deve ir ao Amigos do Rei, ou ao menos entarr no seu site e viver um pouco do que vivi ontem. Foi inesquecível.
Obrigada ao Pedro, pela oportunidade e amor. Obrigada ao universo, pelas possibilidades infinitas e gratificantes de conhecer outras coisas além do meu umbigo...
E como curiosidade:
"Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou AMIGO DO REI
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada"
Lá sou AMIGO DO REI
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada"
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18.2.10
mas é carnaval...
Depois de anos passando o carnaval no Rio - o que é sensacional, mas depois de vezes e mais vezes seguidas dá uma canseira - fui para São Roque de Minas.
Sim, roça. Mas roça bacana, na Serra da Canastra, com direito a nascente do São Francisco, mais de 30 quedas (claro que fui em 2 das 30, Casca D´Anta e Cachoeira do Chinelo), música na praça, cerveja, vodka, mais vodka e muita, muita comida caseira. Queijo que não acaba mais, já que o local é famoso pelas suas variedades do Canastra.
Assim, queimada pelo sol calorento que parece não dar trégua no Brasil inteiro, voltei ontem feliz e satisfeita. Poucos gastos, muita beleza natural, família, namorado - só alegria nesses dias todos. Salve Brasil que tem tanta coisa boa, de tudo quanto é tipo, pra gente se esbaldar!
Fotos? Aquió: Álbuns da web do Picasa - Rúbia Piancastelli
Sim, roça. Mas roça bacana, na Serra da Canastra, com direito a nascente do São Francisco, mais de 30 quedas (claro que fui em 2 das 30, Casca D´Anta e Cachoeira do Chinelo), música na praça, cerveja, vodka, mais vodka e muita, muita comida caseira. Queijo que não acaba mais, já que o local é famoso pelas suas variedades do Canastra.
Assim, queimada pelo sol calorento que parece não dar trégua no Brasil inteiro, voltei ontem feliz e satisfeita. Poucos gastos, muita beleza natural, família, namorado - só alegria nesses dias todos. Salve Brasil que tem tanta coisa boa, de tudo quanto é tipo, pra gente se esbaldar!
Fotos? Aquió: Álbuns da web do Picasa - Rúbia Piancastelli
11.2.09
viva la vida...
Aproveitando o momento internauta em que me encontro, aprendendo sobre recursos, ferramentas, peneirando gadgets e novas funcionalidades interativas, posto hoje um vídeo de uma das minhas bandas favoritas: Cold Play - Viva la Vida.
Mesmo com toda a polêmica envolvendo o músico Joe Satriani e a acusação de plágio que o mesmo fez por causa da semelhança com a música "If I could fly" - discussão na qual não entratei por modesto desconhecimento de causa e análise musical para julgar quem está com a razão -, adoro o hit!
A última observação é meu elogio ao nome da canção, que embalado pelo ritmo dançante e com pitadas de melancolia da música - algo peculiar à banda -, me fez apreciar ainda mais o Cold Play.
Mesmo com toda a polêmica envolvendo o músico Joe Satriani e a acusação de plágio que o mesmo fez por causa da semelhança com a música "If I could fly" - discussão na qual não entratei por modesto desconhecimento de causa e análise musical para julgar quem está com a razão -, adoro o hit!
A última observação é meu elogio ao nome da canção, que embalado pelo ritmo dançante e com pitadas de melancolia da música - algo peculiar à banda -, me fez apreciar ainda mais o Cold Play.
28.12.08
festa da música...

Nesse mundo plural e especialmente virtualizado, boa coisa foi o surgimento dos blogs de música. Com comentários, pitacos, lançamentos, velharias, free downloads, ainda que com limites diários.
A dica que ficou nesse final de semana foram os sensacionais e muito completos blogs:
http://loronix.blogspot.com/
http://umquetenha.blogspot.com/
Com destaque para os álbuns de Rubinho Jacobina e Sérgio Sampaio - conhecidos desconhecidos da música brasileira ;-)
13.10.08
faites l'amour...
...et recommencez!"
"Soyez réalistes, demandez l'impossible!"
"Plus de fais la révolution, plus j'ai envie de faire l'amour."
Maio de 68 produziu essas e tantas mais, e como disseram os estudantes e operários, filósofos e simpatizantes, "je ne sais pas quoi dire mais j'ai envie de le dire..."
"Soyez réalistes, demandez l'impossible!"
"Plus de fais la révolution, plus j'ai envie de faire l'amour."
Maio de 68 produziu essas e tantas mais, e como disseram os estudantes e operários, filósofos e simpatizantes, "je ne sais pas quoi dire mais j'ai envie de le dire..."
7.10.08
tudo é questão...
...de despertar sua alma."
Disse Gabriel Garcia, com meu endosso, ao olhar para tudo aquilo que fazemos sem colocar o melhor de nós. Em dias de reflexão, me pergunto se vale a pena fazer o que não se sente...
Disse Gabriel Garcia, com meu endosso, ao olhar para tudo aquilo que fazemos sem colocar o melhor de nós. Em dias de reflexão, me pergunto se vale a pena fazer o que não se sente...
27.8.08
back to Minas...

Bom, férias curtidas e mal tive tempo para mostrar as belezuras da terra pernambucana.
Fica uma dose aqui e mais no meu álbum, para os curiosos e inteligente, que hão de querer ver praias, cidades históricas, ventos, mares e tudo que o mundo tem de melhor.
Falou Brasil!
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praia sol arrecife peixe
cavalo marinho galinha gente
chico science virgulino lenine
coco maracatu manguebit
recife porto caruaru
ferias brasil
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